14 dicas para emagrecer
Segunda-feira, Janeiro 7th, 2008
Abordamos no post anterior a questão crucial da mudança de hábitos ser a forma (única, infelizmente…) de resolver, de modo definitivo, o problema da obesidade. Essa visão – realista – não deve, no entanto, levar as pessoas a achar que a situação é insolúvel e que então o melhor é adotar a política do “relaxa e…”. Pequenas medidas podem e devem ser tomadas para, se não resolver, pelo menos minimizar os danos - nada mais que dicas para emagrecer.
Tal como os filmes de terror e de sucesso, o tema obesidade volta. Mesmo porque, pelo seu peso (em todos os sentidos), não é possível esgotá-lo num único post. Gostaria hoje de abordá-lo pela discussão do seguinte aspecto: por que será que com a evolução da medicina, doenças que eram praticamente incuráveis há tempos atrás passaram a ser perfeitamente curáveis (leucemias, por exemplo), ao passo que na obesidade, que parece tão mais simples, os índices de sucesso no tratamento não mudaram nada?
Quantos, ao subir na balança na segunda-feira de manhã ou ao voltar de férias, já não se sentiram igual aos personagens do filme citado no título, vítimas do vilão Freddy Kruger, um filho bastardo e rejeitado que esperava que as pessoas dormissem para então atacá-las das piores maneiras? Tal como esse vilão, assim se comporta o excesso de peso!